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2° Edição

Histórias de uma Primavera no Japão

De 11 a 25 de abril de 2027

​MAIS DO QUE ROTEIROS:
HISTÓRIAS ESCRITAS PARA SEREM VIVIDAS


Toda viagem é uma história.
Nós apenas escolhemos contá-la de uma maneira diferente.

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Histórias de uma Primavera no Japão

 Certamente você já se imaginou caminhando por um corredor de cerejeiras floridas.

É a imagem que vive no imaginário de praticamente todo viajante que sonha em conhecer o Japão durante a primavera.

E sim, elas estarão nesta história.

Mas a primavera no Japão não acontece apenas nas cerejeiras. Ela aparece nas montanhas, nos rios, nas pequenas cidades, nos jardins, nos sabores e nas tradições que continuam fazendo parte da vida japonesa.

E é justamente por isso que esta história vai além do Japão que você sempre sonhou conhecer.

Ela também passa pelo Japão que faz parte da essência da VSTOURS.

Aquele que encontramos nas pequenas cidades, nas tradições que ainda fazem parte do cotidiano e nos lugares que um dia nos surpreenderam — e que decidimos levar aos nossos viajantes.

Existe uma expressão japonesa que ajuda a entender esse momento:

一期一会 — Ichigo Ichie.

O que estamos vivendo agora não se repetirá jamais.

Poucas expressões representam tão bem a primavera japonesa — e a ideia que deu origem a esta edição. 

Ela começa diante de uma cerejeira com mais de mil anos e segue por lugares onde a história ainda pode ser percebida no cotidiano.
Pequenas aldeias onde conseguimos imaginar como era a vida séculos atrás.
Uma antiga escola onde descobriremos que, antes de aprender a lutar, os samurais aprendiam disciplina, honra e respeito.
Jardins onde árvore, pedra, água e caminho dependem uns dos outros para criar equilíbrio.
Templos e santuários que continuam fazendo parte da rotina dos japoneses.
E tradições que continuam presentes na maneira de receber, agradecer, descansar e conviver.
Esta é a primavera que queremos viver com você.
Uma primavera escrita para ser vivida.
Porque, no Japão, a primavera é vivida de muitas maneiras.

Mayumi Yoshitomi

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OS CAPÍTULOS DESTA HISTÓRIA

CAPÍTULO 1 | FINALMENTE, O JAPÃO

11 de abril de 2027 (domingo) | Tóquio

  • Chegada ao Japão.

  • Traslado privativo para o hotel.

  • Primeiros momentos em Tóquio.

ようこそ、日本へ。
Yōkoso, Nihon e.
Seja bem-vindo ao Japão.

Entre o aeroporto e o hotel, os primeiros sinais de que estamos em outro país começam a aparecer: a organização, as placas, os pequenos gestos e uma cidade que se revela pela janela.
Hoje não precisamos ter pressa.
Este é o momento de descansar e permitir que o corpo encontre um novo ritmo.
Amanhã, começa a nossa história.

CAPÍTULO 2 | A PRIMAVERA NO SEU CENÁRIO PERFEITO

12 de abril de 2027 (segunda-feira) | Tóquio • Koriyama • Aizuwakamatsu

  • Shinkansen Yamabiko 53 | 08h45 – 10h05.

  • Miharu Takizakura.

  • Cerejeiras do rio Kannonji.

おはようございます。
Ohayō gozaimasu.
Bom dia.

Hoje deixaremos na recepção uma mala por pessoa, que seguirá diretamente para o nosso hotel em Quioto. Para os próximos três dias, viajaremos apenas com uma bagagem de mão. E seguiremos mais confortáveis a bordo do Shinkansen.
Hoje chegou o momento que muitos imaginam quando pensam na primavera no Japão.
Enquanto o trem deixa Tóquio e avança para o norte, a grande metrópole dá lugar a montanhas, campos e cidades menores.
E, quando seguimos em direção a Miharu, a primavera começa antes mesmo de chegarmos à Takizakura.
Aproveitem o caminho e deixem a primavera fazer parte do dia de hoje.
As flores, a paisagem e tudo o que existe ao redor ajudam a construir o cenário perfeito.
Porque a Takizakura pode ser a grande protagonista deste momento, mas ela não reina sozinha.
Em Miharu, encontraremos uma cerejeira que já atravessou mais de mil primaveras.
Takizakura significa “cerejeira-cascata”.

Seus longos galhos, carregados de flores, criam a impressão de uma cascata cor-de-rosa.
E sim, você estará diante de uma das cerejeiras mais antigas do Japão.
Ela é admirada pela beleza, mas respeitada também pela idade, pela força e pela capacidade de voltar a florescer a cada novo ciclo.
Diante dela, fica mais fácil entender o respeito japonês pela natureza e pelo tempo.
Às margens do Rio Kannonji, a primavera muda novamente de forma.
O rio, a ponte, a pequena cidade e o túnel de flores parecem ter encontrado exatamente o lugar certo uns ao lado dos outros.
Aqui, não precisamos procurar outra explicação.
Basta olhar ao redor.


O DESCANSO DE HOJE...
Hoje, a hospedagem também fará parte do Japão que queremos mostrar.
Dormiremos no ryokan Ookawaso, onde alguns costumes começam a aparecer assim que entramos.
Os sapatos ficam para trás. O yukata aparece. O ritmo muda.
E pequenas atitudes mostram que, no Japão, até a maneira de descansar segue costumes muito próprios.
Haverá ainda o onsen.
Águas termais para encerrar o dia como tantos japoneses fazem há gerações.
E à mesa, o jantar kaiseki.
Uma refeição servida em pequenas etapas, em que ingredientes, cores, louças e apresentação acompanham a estação do ano.
Na primavera, a própria estação chega à mesa.
E isso ajuda a entender uma coisa importante sobre o Japão: a natureza não está apenas na paisagem.
Ela também aparece na maneira de comer, receber e viver cada estação.
Por isso o ryokan faz parte deste roteiro. Ele também conta uma parte do Japão que queremos mostrar.

  • Refeições: café da manhã e jantar estilo kaiseki.

CAPÍTULO 3 | HOJE CAMINHAREMOS PELO PASSADO

13 de abril de 2027 (terça-feira) | Aizuwakamatsu

  • Aldeia de Ouchi-juku.

  • Escola Samurai Nisshinkan.

  • Pintura de akabeko.

  • Castelo de Aizuwakamatsu.

E que tal voltarmos um pouco no tempo?
Há lugares onde isso simplesmente acontece.
Ouchi-juku é um deles.
Ao caminhar entre suas antigas casas e grandes telhados de palha, fica fácil imaginar como era a vida quando aquela pequena aldeia fazia parte do caminho de viajantes e samurais: como acordavam, como enfrentavam os invernos rigorosos e como aquela comunidade vivia.
Ouchi-juku é especial porque não exige muito esforço de imaginação. A vida de outros séculos ainda parece possível ali.
Mas hoje não vamos apenas caminhar pelo passado.
Em Aizu, conheceremos também como tradição, disciplina e honra eram ensinadas aos jovens que se preparavam para a vida samurai.
Na Nisshinkan, antiga escola de samurais de Aizu, a formação começava cedo e ia muito além das artes marciais.
Disciplina, respeito, responsabilidade e autocontrole preparavam aqueles jovens para a vida, para seus deveres e também para a possibilidade da morte.
No castelo de Aizuwakamatsu, será impossível olhar apenas para a beleza.
Aquele lugar também fala de resistência.
De um povo que enfrentou conflitos, perdeu muito e, ainda assim, preservou sua identidade.
E, depois de aldeias, samurais e castelos, chegou a hora de conhecer um personagem muito mais simpático de Aizu.

VOCÊ JÁ CONHECE O AKABEKO?

O pequeno boi vermelho é um dos símbolos mais conhecidos da região.
Ligado à força, à proteção e à perseverança, ele carrega um significado que vai muito além de um simples artesanato.
Hoje, cada um poderá pintar o seu próprio Akabeko e levar consigo um símbolo da força de Aizu.
Aldeia, escola, castelo e Akabeko contam partes diferentes de uma mesma região.
É assim que Aizu começa a ganhar lugar na sua história.

  • Refeições: café da manhã, almoço e jantar estilo kaiseki.

CAPÍTULO 4 | NADA ESTÁ ALI POR ACASO

14 de abril de 2027 (quarta-feira) | Aizuwakamatsu • Koriyama • Omiya • Kanazawa

  • Shinkansen Tsubasa 136 | 11h30 – 12h23.

  • Shinkansen Kagayaki 533 | 13h13 – 15h22.

  • Jardim Kenrokuen.

Hoje, o cenário muda.
O passado sai de cena e um Japão rico em cultura, arte e tradição começa a ganhar vida.
Na estação de Omiya, haverá tempo para escolher e comprar o próprio obentô, o almoço de hoje — um hábito bem japonês. Afinal, a esta altura, o Japão aos poucos já começa a fazer parte de você.
E Kanazawa já começa a surpreender na chegada.
A própria estação merece alguns minutos do nosso olhar.
Na estação, o Tsuzumi-mon, seu imponente portal de madeira, chama a atenção pelas formas inspiradas nos tradicionais tambores tsuzumi. Arte e arquitetura já dão uma pista do que encontraremos pela cidade.

Depois, seguiremos para o Kenrokuen, considerado um dos três grandes jardins do Japão.
A história do Kenrokuen começa em 1676.
Desde então, o jardim foi sendo transformado e ampliado por gerações da família Maeda.
E essa é a primeira coisa importante para entender antes de caminhar por ele: o Kenrokuen não nasceu pronto.
Foi sendo construído ao longo do tempo.
Árvores foram conduzidas. Caminhos foram definidos. Pedras, água, pontes e diferentes perspectivas foram encontrando o seu lugar.
Por isso, ali, não é sobre procurar apenas a árvore perfeita, a ponte mais emblemática ou o lago mais bonito.
É sobre perceber como tudo se relaciona e que nada está ali por acaso.

  • Refeições: café da manhã.

CAPÍTULO 5 | ENTRE OURO E SAMURAIS

15 de abril de 2027 (quinta-feira) | Kanazawa • Quioto

  • Casa Samurai Nomura.

  • Bairro Higashi Chaya.

  • Shinkansen Tsurugi 28 | 15h41 – 16h48.

  • Limited Express Thunderbird 34 | 17h14 – 18h09.

Ontem, conhecemos Kanazawa através de um jardim; hoje, entraremos um pouco mais na cidade.
Já vimos onde os samurais estudavam.
Caminhamos por uma das aldeias por onde eles passaram.
E agora vamos conhecer onde — e como — viviam.
Na Casa Samurai Nomura, entraremos em uma residência que aproxima o universo samurai da vida cotidiana.
Os ambientes, os objetos, o jardim e os detalhes da casa ajudam a imaginar como era a vida daquela família quando as armas não estavam em uso.
Depois, seguimos para Higashi Chaya.
As antigas casas de chá, as fachadas de madeira e as ruas estreitas revelam um bairro ligado às artes, à música e ao entretenimento.
Muitos associam essa tradição apenas a Gion, em Quioto.
Em Higashi Chaya, descobriremos que ela também faz parte da história de Kanazawa.
E é por essas ruas que uma das marcas mais conhecidas da cidade começa a aparecer.
O ouro.
Há uma antiga lenda por trás do próprio nome da cidade: Kanazawa significa “pântano de ouro”.
Mas o ouro, aqui, não ficou restrito ao nome.
Ele passou a fazer parte do artesanato, da decoração e de muitos trabalhos produzidos na cidade.
E sim, em Kanazawa ele pode aparecer até sobre um sorvete.
E, ao conhecer Kanazawa através de suas tradições, percebemos mais uma vez que nada está ali por acaso.
Depois do almoço, deixaremos Kanazawa e seguiremos em direção a Quioto.

  • Refeições: café da manhã e almoço.

 

CAPÍTULO 6 | O JAPÃO QUE VOCÊ SEMPRE QUIS CONHECER

16 de abril de 2027 (sexta-feira) | Quioto • Nara • Quioto

  • Fushimi Inari-taisha.

  • Templo Kinkaku-ji.

  • Parque de Nara.

  • Templo Todai-ji.

Os portais vermelhos de Fushimi Inari-taisha, o templo dourado, os cervos de Nara e o Grande Buda.
É impossível não associar essas imagens quando pensamos em uma viagem ao Japão.
Você provavelmente já se imaginou diante de algumas delas.
E hoje chegou o seu dia.
No Fushimi Inari, atravessaremos os famosos portais vermelhos que se tornaram uma das imagens mais reconhecidas do Japão.
Enquanto caminhamos por eles, reparem também nas estátuas de raposas espalhadas pelo santuário.
Elas aparecem em diferentes tamanhos e posições e são consideradas mensageiras de Inari.
Estamos entrando em um lugar de fé, ligado há séculos aos pedidos de prosperidade e sucesso.
No Kinkaku-ji, provavelmente o primeiro impacto será o ouro.
Mas olhem um pouco além.
Até a imagem do templo refletida na água do lago parece fazer parte daquele lugar.
O pavilhão, o lago, os reflexos, as árvores e o jardim convivem em harmonia.
E é justamente essa harmonia que torna a paisagem tão marcante: nenhum elemento precisa disputar atenção com o outro.
Em Nara, os cervos caminham livremente entre moradores e visitantes.
Segundo uma antiga tradição, são considerados mensageiros das divindades.
Saber disso muda a maneira de olhar para eles — e ajuda a entender por que ocupam um lugar tão especial na cidade.
No Todai-ji, a espiritualidade ganha outra escala.
Ao entrar no grande salão e encontrar o Grande Buda diante de você, a dimensão impressiona.
E há séculos, pessoas chegam até ali para orar e agradecer.
Hoje, você também estará diante dele.

TEMPLO OU SANTUÁRIO?

Existe uma diferença importante.
Os templos estão ligados ao budismo. Os santuários, ao xintoísmo, tradição espiritual nascida no próprio Japão.
No xintoísmo, os kami são divindades ou presenças espirituais ligadas à natureza, aos lugares, aos fenômenos e também aos antepassados.
Ao passar por um torii, entramos simbolicamente em um espaço sagrado. Por isso, lembre-se de caminhar pelas laterais: o centro do caminho é tradicionalmente reservado aos kami.
Antes de se aproximar do local de oração, procure o temizuya, a fonte de purificação. Ali, mãos e boca são purificadas com água antes de seguir adiante.
São gestos simples, mas ajudam a entender que, para os japoneses, templos e santuários não são apenas lugares para visitar.
Continuam sendo espaços de fé, costume e significado.

  • Refeições: café da manhã e almoço.

 

CAPÍTULO 7 | O JAPÃO DA VSTOURS

17 de abril de 2027 (sábado) | Quioto • Omihachiman • Quioto

  • Passeio pelos canais de Omihachiman.

  • Bairro de Shinmachi.

  • Mitsui Outlet Park Shiga Ryuo.

Talvez você nunca tenha ouvido falar de Omihachiman.
E, quando estivemos aqui pela primeira vez, foi difícil entender como um lugar tão bem preservado e tão perto de Quioto ainda podia ser tão pouco procurado.
Durante séculos, Omihachiman foi uma importante cidade de comerciantes, e o canal Hachiman-bori teve papel essencial no crescimento da região e na circulação de mercadorias.
Décadas atrás, quando o canal corria o risco de desaparecer, foram os próprios moradores que se mobilizaram para preservá-lo.
Hoje, caminhar por suas ruas e seguir de barco pelo canal é conhecer uma parte de Omihachiman que continua muito presente na cidade.
Foi depois de conhecer esse lugar que decidimos que voltaríamos com os nossos viajantes.
Esse é o Japão da VSTOURS.
O Japão que conhecemos primeiro, vivemos e só depois decidimos colocar no roteiro.
Queremos que Omihachiman surpreenda você tanto quanto nos surpreendeu.
E que, quando alguém perguntar sobre os lugares que mais marcaram esta viagem, você fale daquele passeio de barco por uma pequena cidade japonesa que talvez nem estivesse nos seus planos antes de embarcar — mesmo que, por um instante, o nome dela escape — e que acabou encontrando um lugar na sua história.
No caminho de volta a Quioto, faremos uma parada no Mitsui Outlet Park Shiga Ryuo para algumas compras.

  • Refeições: café da manhã.

CAPÍTULO 8 | HOJE VOCÊ DECIDE

18 de abril de 2027 (domingo) | Quioto

  • Dia livre em Quioto.

  • Possibilidade de uma visita a Hiroshima e Miyajima.

Hoje, você decide.
Depois de tantos dias vividos juntos, chegou o momento de escolher como quer viver este capítulo.
Você pode continuar descobrindo Quioto, voltar a algum lugar que tenha despertado sua curiosidade, conhecer um novo bairro, entrar em pequenas lojas ou simplesmente caminhar sem pressa.
Para quem decidir viver Hiroshima e Miyajima, a história seguirá por um caminho completamente diferente.
Hiroshima carrega um dos episódios mais dolorosos da história do Japão, e visitar a cidade é também conhecer a maneira como ela reconstruiu sua vida e transformou sua memória em uma mensagem de paz.
E então chegaremos a Miyajima.
O grande torii diante do mar, o Santuário Itsukushima, as montanhas e o silêncio ao redor ajudam a entender por que Miyajima é considerada sagrada há séculos.

A HISTÓRIA DO TSURU

No Japão, o tsuru — o grou japonês — carrega significados muito antigos.
Associado à longevidade, à boa sorte e à esperança, foi com a menina Sadako Sasaki que a tradição de dobrar mil tsurus ganhou o mundo.
Sadako tinha apenas dois anos quando a bomba atômica atingiu Hiroshima.
Dez anos depois, foi diagnosticada com leucemia, doença associada à exposição à radiação da bomba atômica.
Durante o tratamento, Sadako começou a dobrar tsurus inspirada na antiga tradição de que, se dobrasse mil tsurus, seu desejo seria realizado.
Uma frase acabou sendo associada à sua história:
“Escreverei paz em tuas asas e darás a volta ao mundo.”
E suas asas, de alguma forma, realmente deram a volta ao mundo.
Sadako morreu aos 12 anos, mas sua história permaneceu.
Hoje, milhares de pessoas chegam a Hiroshima conhecendo ou descobrindo a história de Sadako.
Milhares de tsurus enviados de várias partes do mundo chegam até ali, carregando desejos, agradecimentos e esperança.
Foi naquele lugar que decidimos que o tsuru seria o símbolo da nossa marca. E a frase associada à história de Sadako passou a fazer parte da identidade da VSTOURS.
Ao conhecermos aquelas palavras, entendemos que era exatamente isso que desejávamos aos nossos viajantes:
Que levassem paz pelos lugares por onde passassem — e trouxessem boas histórias.

  • Refeições: café da manhã.

CAPÍTULO 9 | 一期一会 — ICHIGO ICHIE

19 de abril de 2027 (segunda-feira) | Quioto • Izu • Shuzenji

  • Shinkansen Hikari 702 | 10h07 – 11h57.

  • Mishima Skywalk.

  • Izu Panorama Park.

  • Shuzenji.

Hoje, a única certeza é que tudo o que viveremos não se repetirá jamais.
O Fuji é o mesmo dos cartões-postais. Mas o lugar de onde escolhemos encontrá-lo, não.
No Mishima Skywalk, ele pode surgir ao fundo de uma das maiores pontes suspensas para pedestres do Japão.
Ou poderá escolher se revelar no Izu Panorama Park. Lá do alto, montanhas, céu e natureza mudam completamente a maneira de enxergar o mesmo Fuji.
É justamente por isso que 一期一会 — Ichigo Ichie faz tanto sentido neste dia.
Cada encontro acontece uma única vez.
O Fuji pode aparecer inteiro, surgir entre as nuvens ou simplesmente não aparecer.
Para os japoneses, porém, o Fuji nunca foi apenas uma bela montanha.
Há séculos, ele é reverenciado como um símbolo sagrado, ligado à espiritualidade, às peregrinações e à profunda relação dos japoneses com a natureza.
Depois de um dia em que o Fuji nos lembra que nenhum encontro se repete da mesma maneira, chegamos a Shuzenji.
Uma antiga cidade termal no coração de Izu, onde as águas termais fazem parte da vida há séculos.
E hoje, Shuzenji não será apenas o lugar onde iremos dormir.
Foi a maneira que escolhemos para prolongar este encontro com um Japão de águas termais, pequenas ruas, pontes, bambus e um ritmo muito diferente daquele que encontraremos amanhã.
Porque amanhã tudo muda novamente.
Deixaremos para trás as montanhas, as águas termais e esse ritmo mais lento para entrar em uma das cidades mais intensas do mundo.
Tóquio nos espera.

  • Refeições: café da manhã, almoço e jantar.

 

CAPÍTULO 10 | A NATUREZA ASSUME O PROTAGONISMO

20 de abril de 2027 (terça-feira) | Shuzenji • Atami • Tóquio

  • Shuzenji.

  • MOA Museu de Arte.

  • Santuário Kinomiya

Foi em Shuzenji que encontramos um conjunto que imediatamente nos fez imaginar nossos viajantes ali: uma cidade com cinco pontes vermelhas, águas termais, um riacho de águas transparentes e caminhos entre bambus.
E hoje é a nossa vez de caminhar por ela.
Foi justamente quando atravessamos uma das pontes vermelhas que entendemos que a primavera desta história não precisaria depender apenas das cerejeiras em flor.
Aqui, viveremos a primavera de muitas outras maneiras.

Mas este capítulo também fala sobre a maneira como escolhemos olhar para os lugares.
Em Atami, essa ideia ganha forma dentro e fora do MOA Museum of Art.
No MOA, não espere um museu tradicional, repleto apenas de obras de arte.
Aqui, mude a direção do seu olhar.
A beleza também poderá ser encontrada além das paredes do museu.
As grandes janelas funcionam como molduras, e a natureza ocupa a tela: o azul do oceano, as montanhas e o céu.
Impossível passar por ali sem perceber a paz daquele lugar.
Deixe que essa paz faça parte do seu dia.

No Santuário Kinomiya, a natureza também faz parte da espiritualidade.
Ali encontraremos o Ōkusu, uma árvore com mais de dois mil anos, considerada sagrada e reverenciada há gerações.
Seu tronco carrega as marcas de mais de vinte séculos de existência.
Diante dela, fica mais fácil entender por que algumas árvores ocupam um lugar tão especial na espiritualidade japonesa.
Depois de Shuzenji e Atami, Tóquio nos aguarda.
E, a partir de amanhã, viveremos o Japão que você imaginava encontrar.

  • Refeições: café da manhã e almoço.
     

CAPÍTULO 11 | PERMITA-SE APAIXONAR POR TÓQUIO

21 de abril de 2027 (quarta-feira) | Tóquio

  • Tokyo Skytree.

  • Asakusa.

  • Templo Senso-ji e rua Nakamise.

  • Momento com kimono.

  • Cerimônia do chá.

  • Transporte público.

Chegamos a Tóquio.
A cidade das luzes, dos trens, dos templos, das lojas e das multidões.
E a cidade do permita-se.
Permita-se caminhar sem direção, sentar em um café e apenas observar.
Permita-se provar sabores que ainda não apareceram durante a viagem.
Permita-se comprar “só mais um casaco”.
É uma cidade capaz de impressionar do alto de uma torre e, poucas horas depois, nos colocar diante de um templo que atravessou séculos.
Na Tokyo Skytree, teremos a dimensão da cidade diante dos nossos olhos.
Lá embaixo, bairros, ruas e linhas de trem parecem se estender até onde a vista alcança.
Caminharemos por Asakusa, uma região que preserva parte da história mais antiga de Tóquio.
E aqui teremos um daqueles momentos em que deixaremos de ser apenas viajantes.
Ao vestir o kimono e participar da cerimônia do chá, por alguns instantes, faremos parte daquele Japão que tantas vezes vimos de fora.
Na cerimônia do chá, cada movimento tem intenção, cada gesto tem seu tempo, e até a maneira de receber a tigela faz parte do ritual.
Hoje também vamos viver Tóquio como seus moradores: de transporte público.
No fim do dia, aquele emaranhado de linhas que parecia impossível no começo já deverá fazer muito mais sentido.

  • Refeições: café da manhã e almoço.
     

CAPÍTULO 12 | ONDE A CIDADE ACONTECE

22 de abril de 2027 (quinta-feira) | Tóquio

  • Shibuya e Hachiko.

  • Ginza.

  • Shinjuku.

  • Transporte público.

Não existe maneira melhor de conhecer Tóquio do que caminhando por seus bairros.
Basta mudar algumas estações de metrô para perceber como Tóquio muda de personalidade de um bairro para outro.
Em Shibuya, Tóquio acontece ao mesmo tempo, em todas as direções.
Milhares de pessoas atravessam o mesmo cruzamento, cada uma seguindo o seu caminho. E, surpreendentemente, tudo funciona.
No meio de todo esse movimento está Hachiko. O cachorro da raça Akita tornou-se um dos maiores símbolos de lealdade do Japão depois de continuar esperando por seu dono na estação de Shibuya mesmo após sua morte.
Em Ginza, Tóquio mostra uma de suas versões mais elegantes.
Caminhar por suas avenidas, entre grandes marcas, lojas tradicionais e vitrines impecáveis, é quase como entrar nas páginas de uma revista de moda.
E então chegamos a Shinjuku.
Estações, lojas, restaurantes, luzes e gente. Muita gente.
Ali está a estação ferroviária mais movimentada do mundo — um verdadeiro labirinto de linhas, plataformas, corredores e saídas.
No meio de toda essa confusão organizada, milhões de pessoas simplesmente seguem a sua rotina todos os dias. Nosso hotel está logo ali.
Por isso, quando o programa do dia terminar, permita-se continuar.
Shinjuku ainda tem muito para mostrar — e Tóquio também.

  • Refeições: café da manhã e almoço.

CAPÍTULO 13 | ESCREVA ESTE CAPÍTULO DO SEU JEITO

23 de abril de 2027 (sexta-feira) | Tóquio

  • Dia livre em Tóquio.

  • Possibilidade de uma visita a Oshino Hakkai.

  • Fuji Shibazakura Festival.

Hoje, Tóquio é sua.
Um dia inteiro para descobrir um novo bairro, entrar em lojas que ainda não estavam nos seus planos ou simplesmente caminhar. Essa é a melhor maneira de continuar vivendo Tóquio e deixá-la fazer parte da sua história, à sua maneira e no seu tempo.
Para quem sonha em encontrar o Monte Fuji dos cartões-postais, ofereceremos também a possibilidade de uma visita adicional.

Dizem que o Fuji tem o tempo certo para se revelar.
Serão duas maneiras muito diferentes de encontrar o Monte Fuji: em Oshino Hakkai, entre pequenas lagoas de águas cristalinas e antigas construções aos pés da montanha; e no Fuji Shibazakura Festival, cercado por campos cobertos de pequenas flores em tons de rosa.
Shibazakura significa literalmente “cerejeira do chão”, e em plena floração essas pequenas flores cobrem grandes áreas como um tapete diante do Monte Fuji.

  • Refeições: café da manhã.
     

CAPÍTULO 14 | CONTINUE VIVENDO TÓQUIO

24 de abril de 2027 (sábado) | Tóquio

  • Último dia inteiro em Tóquio.

Você já escolheu como vai viver este último dia inteiro em Tóquio?
Depois de alguns dias pela cidade, aquele mapa de metrô já não parece tão complicado, você já sabe qual caminho seguir e provavelmente já tem uma lista de lugares aos quais ainda quer voltar.
Pode ser aquele museu que ficou para depois, uma atração que você já deixou agendada, um restaurante que alguém indicou ou aquela loja onde ainda faltou alguma coisa.
Hoje, não existe um roteiro certo. Continue descobrindo a sua Tóquio, volte a um lugar de que gostou, mude os planos ou simplesmente caminhe.
E, ao final do dia, queremos ouvir as histórias que você viveu por aqui.

  • Refeições: café da manhã.

 

CAPÍTULO 15 | A SAUDADE ANTES DA DESPEDIDA

25 de abril de 2027 (domingo) | Tóquio

  • Traslado ao aeroporto.

Chegamos ao último capítulo desta história.
Ainda nem deixamos o Japão e já começamos a pensar em quando voltaremos.
É quando percebemos que o Japão não ficou apenas nos lugares que visitamos.
Ele está nas histórias que levamos, em tudo o que aprendemos e até na maneira como passamos a olhar para algumas delas.
No Japão que você planejava conhecer.
No Japão que talvez nunca tivesse entrado nos seus planos.
E também naquele que, ao longo da viagem, acabou se tornando seu.
Você pode até não se lembrar de todos os nomes. Mas vai se lembrar da cerejeira com mais de mil anos, das pequenas cidades, dos trens, das pontes vermelhas, do Fuji, das ruas de Tóquio, dos sabores e das histórias que apareceram pelo caminho.
E, provavelmente, de algumas coisas que hoje nem conseguimos imaginar.
Porque são essas lembranças que continuam depois que o roteiro termina.
Obrigada por ter sido protagonista desta história.

Até o próximo capítulo.
また会いましょう。
Mata aimashou.
Até a nossa próxima história!

  • Refeições: café da manhã.

OS HOTÉIS QUE ESCOLHEMOS

TÓQUIO | HOTEL VILLA FONTAINE GRAND TOKYO-SHIODOME

Shiodome | Apartamentos Twin | 20 m².

A primeira noite no Japão pede praticidade.
Depois de um voo longo e da chegada a Tóquio, escolhemos uma hospedagem que permita descansar e começar a viagem sem complicar o primeiro contato com a cidade.
É aqui que o corpo encontra um novo ritmo antes de a nossa primavera começar de verdade no dia seguinte.

AIZU | OOKAWASO

Ryokan | Apartamentos Twin | 20 m².

Em Aizu, a hospedagem deixa de ser apenas o lugar onde termina o dia e passa a fazer parte dele.
No Ookawaso, o Japão aparece no yukata, no onsen, na maneira de receber e no tempo dedicado à mesa. Escolhemos um ryokan porque esta etapa da viagem fala de tradição — e algumas tradições precisam ser vividas para serem compreendidas.
Para o nosso grupo, os apartamentos Twin contam com camas, mantendo o conforto sem perder o contato com a atmosfera de um ryokan japonês.

KANAZAWA | DAIWA ROYNET KANAZAWAEKI NISHIGUCHI

Kanazawa | Apartamentos Twin | 27 m².

Em Kanazawa, a escolha foi por uma hospedagem funcional e bem localizada.
Aqui, localização e praticidade fazem parte da escolha.

QUIOTO | MIYAKO HOTEL KYOTO HACHIJO

Próximo à Estação de Quioto | Apartamentos Twin | 26 m².

Quioto pede a localização certa.
O hotel fica a poucos minutos a pé da Estação de Quioto, facilitando os deslocamentos de trem e permitindo que, depois do término dos passeios, cada viajante continue explorando a cidade no seu próprio tempo.

ALGUNS DOS NOSSOS CENÁRIOS

O que torna este grupo tão especial?

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NOSSO OLHAR

Cada edição é construída  combinando destinos, vivências e detalhes cuidadosamente escolhidos. Nada entra no roteiro apenas porque precisa estar ali, mas sim porque merece fazer parte da história.

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GRUPOS ESPECIAIS

Um grupo de no máximo 16 viajantes, pensado para que cada um tenha tempo e espaço para viver a sua própria história.

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ACOMPANHAMENTO

Mais do que acompanhar a viagem, a Japa da VS ajuda a vivê-la. Sua conexão com o destino permite conectar cada viajante aos detalhes, às histórias, aos costumes e aos lugares que fazem parte de cada capítulo.

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OS DETALHES

Para que cada capítulo possa ser vivido com tranquilidade, cuidamos de tudo o que acontece entre eles: guias locais, traslados, hospedagens, refeições e passeios são cuidadosamente selecionados.

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Condição especial de lançamento:

O valor à vista poderá ser parcelado em até 8X.

US$

7.880

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A partir de:

Valor à vista | Acomodação dupla | Consulte as condições de parcelamento

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Câmbio do dia 23/09/2026:
Dólar = R$ 5,48
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VSTOURS
Avenida São João, 1049 Jd. Esplanada São José dos Campos/SP - Brasil

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